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Archive for janeiro \29\UTC 2010

Chácara Flora, São Paulo.

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Marginal Tietê, São Paulo. Com marcas de ter passeado na lama algo antes…

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O blogado Johne Edder nos mandou um e-mail bem bacana, que reproduzimos abaixo.

Cortesia do programa Cash Allowance Rebate System, CARS, muito conhecido como ‘Cash for Clunkers’, criado pelo Barack Obama. O programa de estímulo a economia, no qual as pessoas recebiam entre US$ 3.500 a US$ 4.500 pelo seu carro, não importando o estado de conservação, na troca por um carro 0 KM.

Para evitar que o carro que fosse ser trocado pelo carro 0 KM acabasse vendido ou contrabandeado para outro país, o governo determinou que as concessionárias participantes do programa desabilitassem os motores usando silicato de sódio, que basicamente é ‘vidro liquido’ e endurece com o calor. O óleo do motor era drenado, assim como a água do radiador. No lugar do óleo era colocado o silicato de sódio; Era dada a partida no motor e se acelerava até a faixa vermelha do conta-giros, o motor sem óleo e sem água acabava superaquecendo e endurecendo o silicato de sódio, congestionando os cilindros e rachando o bloco (!).

O processo é irreversível.

A JGC Laredo do vídeo parecia estar meio surrada apesar de ter apenas oito anos de uso (na época que ela foi morta); Morreu mas morreu com estilo… estourando a biela pelo bloco e mesmo com dois cilindros totalmente destruídos, ela ainda continuou funcionando e soltando bastante fumaça. Boa menina! Obviamente que existem mais outros videos de outras JGC que foram eliminadas nesse holocausto automotivo, mas esse eu achei o mais dramático de todos.

Sds.

Johne Edder.

Realmente, é chocante.

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Nesta seção nós mostramos flagrantes de Grand Cherokee de qualquer ano ou versão nas ruas do País e do mundo. A estreia é belíssima, fotografada no bairro de Moema, em São Paulo. Você pode participar dessa seção: Envie sua foto para grandcherokeeblog@gmail.com.

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Parece difícil de acreditar, mas há gente que deixa Grand Cherokee apodrecendo no tempo! Jogada no meio da rua!

Nossos amigos do blog Carros Órfãos (muito bacana, por sinal) mandaram dois exemplos dessa verdadeira crueldade. Duas Grand Cherokee, uma Limited V8 5.9 dourada (acima) e outra Limited V8 5.2 preta abandonadas nas ruas de São Paulo. Revoltante…

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Você sabia que é possível ter uma legítima Jeep Grand Cherokee na sua garagem por menos de R$ 25 mil — em alguns casos, até por menos de R$ 20 mil? Sim, sim, é verdade e não é milagre nem mutreta.

A Grand Cherokee é importada para o Brasil desde 1993, via importadores independentes, e a partir de 1997 pela própria Chrysler. Por ser um veículo de características bem específicas e, é claro, nenhuma rainha da economia de combustível, os modelos mais antigos se desvalorizaram no mercado por simples falta de compradores. Nem todo mundo, obviamente, tem a coragem de ter uma Grand Cherokee, principalmente com mais de dez anos de uso.

Entretanto há no mercado uma série enorme de ofertas de Grand Cherokee, a maioria muito bem conservada — pelo próprio perfil do veículo e dos donos anteriores — e com cerca de 100 mil km, o que para sua construção, perfil e mecânica é só o começo de sua vida útil. E assim, por menos do que você paga hoje por um Uno Mille zero km, sua garagem pode ter um veículo de luxo top de linha com acessórios que boa parte dos nacionais ou importados muito mais caros ainda hoje não têm, como ar condicionado digital, piloto automático, sensor de faróis e por aí vai. Sem mencionar, é claro, a tração 4×4.

Sim, há a questão da manutenção, naturalmente. Mas garantimos que peças e oficinas especializadas não faltam, e o custo para mantê-la em uso normal, como troca de óleo, pastilhas, amortecedores etc. é praticamente o mesmo de qualquer carro 2.0 com menos de dez anos de uso que há por aí. Encrenca maior é o seguro, pois algumas seguradoras negam-se a fazê-lo ou jogam o preço propositadamente nas nuvens. Mas procurando bem e com calma encontram-se seguros bons a preços honestos, como pelo Banco do Brasil. E o IPVA mais barato, por tratar-se de utiliário, compensa um pouco o custo do seguro.

E o $$ na hora de abastecer? Oras, o conforto e o desempenho compensam de longe…

Aproveite o momento e compre a sua! Na WebMotors, por exemplo, há nada menos do que 82 ofertas de Grand Cherokee por menos de R$ 25 mil em todo o País. No iCarros são 27, e há muitos outros em sites como Zap e Carsale, só para citar alguns exemplos.

Óbvio que a compra exige todo cuidado e paciência do mundo, como em qualquer carro usado. Procure sempre conhecer a procedência do veículo e verifique a documentação por completo, além de contar com a fundamental e sempre necessária ajuda de um mecânico de confiança.

No mais, é só acelerar e curtir. E se preparar, pois em mais alguns anos estas Grand Cherokee hoje com cerca de 10 anos de vida serão muito mais valorizadas…

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A Grand Cherokee teve uma série especial quase desconhecida no Brasil, a Orvis Limited Edition. Cerca de 15 mil unidades foram fabricadas de 1995 a 1997, o que faz dela uma raridade até mesmo nos Estados Unidos.

A Orvis era a Grand Cherokee mais cara da época. No exterior diferenciava-se da versão Limited por ser produzida apenas na cor verde metálico, com detalhes em marrom ao invés de dourado nos frisos (no último ano de produção, 1997, houve também versão na cor prata). As rodas eram iguais às da Limited, porém polidas e com os detalhes em dourado substituídos por verde metálico. O vidro do porta-malas rebatível era de série.

Internamente a Orvis era bacana pacas: os bancos eram em couro verde combinado com bege e com as costuras em marrom, no mesmo tom do friso externo. As partes plásticas do painel e console, além de toda forração, eram em bege. A capa do estepe vinha em couro verde e recebia a inscrição Orvis, que também estava na lateral de portas.

Os motores eram os tradicionais 4.0 6 cc ou 5.2 V8, e entre os opcionais estava teto solar. A suspensão era exclusiva, um pouco mais elevada do que nas versões Base, Laredo e Limited.

Uma destas raras Grand Cherokee Orvis está no Brasil. Nós a encontramos em uma oficina especializada em Chrysler em São Paulo — ela pertence a um dos proprietários.

 

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